14 de abril de 2014

Série B: Dado Cavalcanti chega confiante para a disputa do nacional

Campinas, SP, 14 (AFI) – Recém-contratado pela Ponte Preta, o técnico Dado Cavalcanti foi apresentado na tarde desta segunda-feira no clube. O comandante já chegou animado e espera contar com o apoio dos jogadores mais experientes para conseguir levar a Ponte de volta à elite do futebol brasileiro.

“É mais facil lidar com atletas rodados e experientes. Muitas vezes a fama e o dinheiro atrapalham o mais jovem, e com os experientes não tem esse problema. E aqui na Ponte preta sei que vários jogadores já se destacaram pela liderança, como o Adrianinho e o Roberto, o que ajuda na hora de preparar a equipe. Temos que ter consciência que o objetivo é conquistar o acesso”, comentou o treinador.
Além disso, Dado Cavalcanti comentou sobre o bom ambiente encontrado no clube. Visando o acesso, o novo comandante deve utilizar o mesmo time que foi usado nas últimas rodadas do Paulistão para a estreia da Macaca na Série B do Brasileiro.
“Quando você chega em um ambiente hostil, onde o clima está ruim, atrapalha, e aqui na Ponte o clima está bom, o pessoal ta animado. Eu vou dar sequência ao trabalho do Vadão no início, e com o decorrer do tempo, fazer as alterações para melhorar a equipe. Quem estiver melhor vai ter mais oportunidades de jogar”, finalizou Dado Cavalcanti.
A estreia da Ponte Preta na Série B do Campeonato Brasileiro será no dia 18, às 21h50, no Moisés Lucarelli, contra a equipe do Icasa.
 
Agência Futebol Interior

Capitão, Tiago Cardoso sai em defesa de meia do Santa Cruz Carlos Alberto

Aos 33 minutos do segundo tempo de Sport e Santa Cruz, quando o placar marcava 0 a 0 e os tricolores avançavam para a final do Campeonato Pernambucano, o técnico Vica lançou o meia Carlos Alberto. A intenção era dar velocidade à equipe, que pouco atacava a defesa rubro-negra. O tiro saiu pela culatra e o Sport, aos 41 minutos, marcou o gol que levou a decisão para os pênaltis. O pior ainda estava por acontecer.
Escolhido por Vica para estar entre os cinco primeiros cobradores, Carlos Alberto foi o único a falhar. Enquanto Léo Gamalho, Renatinho e Sandro Manoel marcaram os seus gols, ele parou no goleiro Magrão. O abatimento dos tricolores depois da derrota era visível. Mas nada se comparava ao semblante de Carlos Alberto. Nos bastidores, a informação é que o meia foi o que mais chorou nos vestiários. 
Capitão do Santa Cruz, o goleiro Tiago Cardoso saiu em defesa do companheiro, que segundo ele não pode ser responsabilizado pela eliminação.
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- Todo mundo está sentido. Não só Carlos Alberto. Ele por ter perdido se abate mais do que os outros, mas está todo mundo com uma dor por dentro. Ele tem o nosso apoio porque é um jogador de personalidade e tem tudo para nos ajudar daqui para frente.
O técnico Vica foi outro que falou sobre o abatimento, mas sem apontar individualmente o meia.
Está todo mundo chateado. Tomamos o gol quando estava se encaminhando para o empate e foi uma ducha de água fria. Bateu o desânimo antes dos pênaltis e tentamos incentivar os jogadores, mas foi um baque, assim como está sendo agora depois da eliminação. Isso é normal.
Sport x Santa Cruz Carlos Alberto (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press) 
Carlos Alberto cobra pênalti do lado da queda de Magrão e o goleiro defende (Aldo Carneiro / Pernambuco Press)


Neto Baiano dedica classificação do Sport a avô e provoca: 'Choro é livre'



A semana não foi fácil para Neto Baiano. Após envolver-se em mais uma polêmica – aparece em dois vídeos publicados na internet, nos quais afirma que iria fazer cinco gols no Santa Cruz -, o jogador recebeu a notícia da morte do seu avô, Euvaldo José, um dia antes do clássico. Mesmo liberado por Eduardo Baptista, fez questão de entrar em campo para marcar o último gol das penalidades, que garantiu a vaga rubro-negra na final do Pernambucano. Conquista que fez o jogador não segurar a emoção.
- Essa classificação dedico ao meu avô. Ele sempre gostou de me ver jogar e foi por ele que entrei em campo. Estou feliz pela classificação e triste pelo que aconteceu com ele. Mas a vida é assim.
Sport x Santa Cruz Neto Baiano (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Neto Baiano converte o pênalti e vai dançar com torcida (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
O lado emotivo do jogador foi deixado de lado ao comentar sobre as provocações que fizera aos tricolores. Após dançar em frente a torcida coral, o camisa 9 fez questão de, mais uma vez, apimentar a rivalidade entre as equipes.
- Falaram muito. Disseram que eu era só garganta e acabaram eliminados. O choro é livre. Quando eu falo, cumpro. Como disse, o Sport foi para a final. Também tenho que agradecer ao Leonardo, que entrou e fez o gol.

Sport quer Natan, do Santa Cruz, para a disputa do Campeonato Brasileiro

Por Recife

À procura de um armador, o Sport decidiu investir no camisa 10 do seu maior rival: Natan. De acordo com presidente do Conselho Deliberativo do clube, Gustavo Dubeux, a diretoria rubro-negra enviou uma proposta ao Santa Cruz, através do agente do atleta, solicitando um empréstimo, até o final da temporada, com o valor do passe estipulado.
- Natan é um jogador que nos interessa. Tem habilidade e mostrou um bom futebol pelo Santa Cruz. Então, fizemos uma proposta para o seu agente, onde pagaríamos o empréstimo dele até o final da temporada e o Santa Cruz estipularia o valor do passe.
natan santa cruz (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press) 
Histórico de lesões do meia Natan não preocupa dirigente rubro-negro (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

Na avaliação do dirigente, o histórico de lesões do atleta não seria um problema para o Sport. A expectativa de Gustavo Dubeux é que, tratado pelo departamento médico rubro-negro, o atleta consiga livrar-se das lesões.
- Natan já se tratou no Sport e conseguiu uma boa sequência de jogos. Tenho certeza de temos a estrutura para tratar do atleta e seria um negócio bom para todos os lados - disse o dirigente, lembrando que o atleta tricolor usou as instalações do Sport em 2012.  
Santa Cruz diz que atleta só sai mediante pagamento de multa
Ainda sem tomar conhecimento da proposta rubro-negra, o diretor de futebol do Santa Cruz, Constantino Júnior, disse que o atleta só defenderá o Sport caso o Rubro-negro pague a multa rescisória.
- Ainda não recebemos proposta alguma e, caso isso aconteça, não tem negócio. Natan tem contrato até 2016 e só sairá do Santa Cruz caso o Sport pague a multa. Não negociaremos nada.

Nunca duvide do Sport.......na final

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Magrão defende o pênalti e põe o Sport em vantagem. Foto: Guga Matos/JC Imagem
No tempo normal deu Sport com a vitória por 1×0 no fim do jogo. Nos pênaltis, o time da Ilha também foi mais eficiente e carimbou a vaga na final do Campeonato Pernambucano 2014 ao vencer por 5×3 . A partir de quarta-feira, os rubro-negros enfrentam o Náutico em dois jogos para se conhecer o campeão estadual. O primeiro confronto será na Ilha do Retiro. O jogo de volta, na outra quarta, na Arena Pernambuco.
O técnico Eduardo Baptista gostou da atuação do time no primeiro tempo da decisão da Copa do Nordeste e manteve Wendel pelo lado esquerdo do campo. Mesmo assim, o Sport manteve a postura ofensiva que se esperava de um time que só jogava por um resultado. O posicionamento dos jogadores rubro-negros era marcar o Santa logo em sua saída de bola. Prova disso foi a postura dos dois laterais, Patric e Renê, posicionando-se na linha de meio de campo.
Ouça o gol de Leonardo:
Ouça o pênalti que deu a classificação ao Sport:
De seu lado, Vica manteve o trio de volantes que deu certo na vitória por 3×0 na semana passada. Não tanto pela posição mas muito mais pela postura, o tricolor praticamente ficou assistindo seu adversário jogar. Os volantes ajudavam na marcação dos laterais do Sport. Raul e Caça Rato também recuaram para evitar que os volantes leoninos aparecessem como elementos surpresa. Sobrou para Leo Gamalho ficar sozinho entre os zagueiros do Sport.

Neto Baiano bateu o último pênalti que selou a classificação do Sport. Foto: Guga Matos/JC Imagem
Neto Baiano bateu o último pênalti que selou a classificação do Sport. Foto: Guga Matos/JC Imagem
Mesmo com o domínio territorial, o Sport teve dificuldade para finalizar. Só veio fazê-lo com perigo aos 22 minutos e na bola parada. Neto Baiano bateu com violência e Tiago Cardoso defendeu parcialmente. No rebote, ninguém do Sport aproveitou. Apenas dois minutos depois, um escanteio rendeu ótima oportunidade para Wendel. Ferron ajeitou de cabeça para o camisa 7 chutar prensado e a bola sobrar fácil para Tiago Cardoso. O Santa conseguiu sair lá de trás em velocidade. Aos 25, Leo Gamalho chutou mas Ferron apareceu na hora para bloquear.
Cada goleiro voltaria a fazer uma defesa antes dos 30 minutos. Tiago teve que trabalhar mais duro num chute rasteiro de Patric. Já Leo Gamalho facilitou a vida de Magrão ao mandar de cabeça no meio do gol. Os donos da casa tiveram sua melhor chance aos 42. Patric avançou livre e cruzou para a pequena área. Felipe Azevedo esticou a perna direita mas a conclusão foi por cima do gol. A resposta dos corais foi quase instantânea. Um minuto depois Memo acertou um foguete de fora da área e Magrão teve que se esticar para mandar a escanteio.
Os dois times voltaram para o segundo tempo com a mesma disposição que ambos apresentaram no primeiro. O Santa só quis se defender e o Sport não tinha mais nada a fazer do que procurar ao menos um gol que lhe desse vantagem. O problema é que os dois times mostravam bem menos força para executar seus planos. O Sport tocava a bola de forma mais lenta, assim facilitava a vida de seus marcadores. Nem mesmo a liberdade maior de que desfrutou Ewerton Páscoa conseguiu fazer a diferença.
Pelo que foi comentado acima sobre o Sport dá para imaginar como estava o Santa. Novamente recuado e, como agravante, o fato de apenas livrar-se da bola. O pouco que trocou passes no primeiro tempo não foi visto no segundo. Essa forma de jogar fez com que Leo Gamalho se transformasse num mero espectador dentro das quatro linhas. O atacante tricolor irritava-se constantamente, pedindo aos companheiros que trabalhassem mais a bola para trazê-la ao setor ofensivo.
A partida estava assim, tensa, quando veio o lance crucial. Aos 13 minutos, Aílton bateu falta na área tricolor. De costas, Ewerton Páscoa desviou para as redes. No entanto, o árbitro Sebastião Rufino Filho anulou a jogada por falta em Tiago Cardoso. A polêmica é que na hora de sair para tentar cortar a bola, Cardoso tropeçou em Éverton Sena, que havia caído nas trombadas por disputa de espaço. Os rubro-negros ainda teriam outro gol anulado, desta vez corretamente. Aos 20, Ferron desviou cobrança de escanteio e o atacante foi em direção à bola, que entrou no canto. O assistente Clóvis Amaral anotou impedimento, já que o camisa 9 teve participação ativa na jogada.
O jogo limitava-se apenas à metade vermelha preta e branca do campo. Eram dez mandando bolas para a área e outros dez afastando-a de todas as maneiras. Mas de tanto insistir o Sport conseguiu seu gol salvador. Aos 42 minutos, Renan Oliveira bateu falta na área e Ferron cabeceou para o lado oposto da pequena área. Leonardo chutou no canto direito de Tiago Cardoso.
O tempo se estenderia até os 48 mas o Santa parceu prostrado por tanto tempo enterrado em seu campo defensivo que não mostrou o mínimo esforço de tentar o milagre do gol de empate que o classificaria para a final.
Nos pênaltis, dois gigantes no gol e Magrão terminou levando a melhor sobre Tiago Cardoso. A disputa estava empatada em 2×2 com Leonardo e Renan Oliveira batendo para o Sport e Leo Gamalho e Renatinho descontando para o Santa. Na terceira batida, Patric fez 3×2. Carlos Alberto tentou empatar no canto esquerdo e Magrão foi buscar a bola. Ewerton Páscoa aumentou a vantagem leonina e Sandro Manoel bateu o pênalti que manteve o Santa vivo.
Restava apenas Neto Baiano. Se o Sport convertesse, Renan Fonseca não precisaria bater pelo Santa. E quis o destino que o atacante que quase foi liberado para acompanhar o velório do avô, falecido na véspera da partida, bastesse forte, no canto esquerdo. Tiago Cardoso foi lá mas não conseguiu defender.
Ficha de jogo
Sport: Magrão, Patric, Durval, Ferron e Renê; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa, Aílton (Leonardo) e Wendel (Renan Oliveira); Felipe Azevedo (Bruninho) e Neto Baiano. Técnico Eduardo Baptista.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Renan Fonseca, Everton Sena e Zeca; Sandro Manoel, Memo, Luciano Sorriso (Éverton) e Raul (Carlos Alberto); Flávio Caça Rato e Leo Gamalho.
Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Sebastião Rufino Filho. Assistentes: Clóvis Amaral e Charles Rosas. Gol: Leonardo, aos 42 do segundo tempo. Cartões amarelos: Aílton, Neto Baiano, Érico Júnior, Luciano Sorriso, Oziel e Raul.

Gol dá moral ao atacante Leonardo que diz estar pronto para ajudar mais o Sport


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O atacante Leonardo só havia entrado em campo para defender o Sport em apenas uma partida. Contra o próprio Santa Cruz, no Arruda, e a partida terminou empatada em 1×1. Nesta tarde, na Ilha do Retiro, o jogador foi acionado no lugar de Aílton. O time perdeu um jogador que vinha armar as jogadas ofensivas para ter uma referência na área. Uma mudança que parecia não surtir efeito. Até que, no finalzinho do jogo, Leonardo mostrou que tinha estrela e mandou a bola para as redes.
“Estou muito feliz pela classificação, independente de ter feito o gol. A atmosfera foi incrível. Trouxemos o torcedor para o time e começar um nacional com esse clima é muito bom”, disse o atacante, na entrevista que concedeu à imprensa após a partida.  Sobre o gol, explicou: “Puxei os zagueiros para atrapalhar, Ferron cabeceou para mim e eu consegui fazer o gol”, contou.
Leonardo tem uma definição curiosa para jogador que atua no ataque. Para ele, atacante é uma mentira. “Muitas vezes, ele joga bem, mas não marca e sai criticado. Joga mal, mas fez o gol e sai como herói. Mas esse não é o meu caso. Acho que entrei bem e mostrei ao técnico Eduardo Baptista que pode contar comigo”, disse.
O atacante rubro-negro também ficou empolgado com o papel da torcida do Leão, que incentivou o time do começo ao fim. “A atmosfera criada pela torcida foi muito importante. É bom demais terminar o Estadual e iniciar o Brasileiro assim, com essa relação positiva com a torcida”, afirmou. Leonardo também fez questão de “tirar o chapéu” para Neto Baiano. “Ele perdeu o avô e foi para o jogo. Eu, que sou muito ligado à família como ele, acho que não teria condições de jogar”, destacou.

Gol anulado do Sport e lado da cobrança dos pênaltis foram as polêmicas do clássico

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Gol de Páscoa anulado pelo árbitro Sebastião Rufino Filho que gerou revolta nos jogadores do Sport/Foto: Edmar Melo – JC Imagem
Decisão do Pernambucano Coca-Cola 2014 não poderia deixar de acontecer lances polêmicos em relação à arbitragem. O clássico Sport x Santa Cruz, nesta tarde, na Ilha do Retiro, a atuação do árbitro Sebastião Rufino Filho foi contestada pelos rubro-negros até mesmo nas cobranças dos pênaltis.
No tempo normal, as reclamações foram mais fortes em relação aos dois gols do Sport que foram anulados. O primeiro foi do volante Everton Páscoa. O jogador rubro-negro mandou para as redes e Sebastião Rufino marcou uma falta inexistente no goleiro do Santa Cruz, Tiago Cardoso. Depois, Ferron cabeceou na pequena área para Neto Baiano, que não tocou na bola, mas participou do lance em posição de impedimento. O assistente Clóvis Amaral acertou ao anular o gol. Aliás, Clóvis Amaral teve uma atuação perfeita. Acertou todas as marcações de impedimento.
Mas a discussão mais curiosa foi na cobrança de pênalti. Nunca vi isso no futebol. Ao final da partida, vencida pelo Sport por 1×0, os dois times se reuniram para escolher os atletas. O Santa Cruz perfilou no centro do gramado para esperar a sequência dos chutes. Os rubro-negros, não. Estavam revoltados com o fato de Sebastião Rufino Filho ter escolhido a trave do placar, onde a torcida do Santa Cruz estava localizada, para as cobranças.
Não existe sorteio para definir o local das cobranças. Muito menos uma determinação da CBF, FIFA ou FPF. É uma decisão exclusiva do árbitro. Há quem diga que exista uma orientação da FIFA para que as cobranças sejam realizadas no lado onde há menos torcedores. Nesse caso, Rufino estaria seguindo essa linha.
No entanto, os rubro-negros ficaram revoltados porque isso não vinha acontecendo. Eduardo Batista lembrou da partida Náutico x Salgueiro, na Arena Pernambuco, no sábado, quando o árbitro Emerson Sobral determinou que as cobranças fossem no lado da torcida do Náutico. Em 2006, na decisão do Estadual daquele ano, as cobranças foram no lado da torcida do Sport.

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