Palmeiras 1x0 Santos
Veja como foi
Por William Tavares
Sem risco de rebaixamento à Série C, o último jogo do Náutico na Série B, contra o CSA, nesta sexta-feira (29), nos Aflitos, está de certa forma em segundo plano. O que os alvirrubros querem saber é como será o planejamento em 2021. Uma parte foi definida: a permanência do técnico Hélio dos Anjos. Com o contrato ampliado, o treinador iniciou a análise do elenco, as opções de reforços, os nomes que devem deixar o clube e as projeções para a temporada. Mas, pelo menos durante 90 minutos, o comandante terá de focar nos alagoanos para manter uma escrita positiva.
O Náutico, atual 16º colocado, com 43 pontos, está invicto em casa sob o comando do treinador. São seis vitórias e dois empates. Força que Hélio deseja manter no futuro. Mas, segundo o próprio, o Timbu terá de se “revitalizar” em 2021 para sonhar mais alto.
“Não podemos passar por tudo que passamos em 2020. As mudanças acontecerão. Não tem dispensa porque alguns jogadores estão terminando contrato. Temos interesse em ter atletas que vão revitalizar o grupo. Já estamos discutindo com os postulantes a serem contratados também, mas tudo com pés no chão. No futebol, você precisa ser ousado, mas com equilíbrio para não fazer bobagem”, afirmou. Após o jogo contra o CSA, o Náutico terá 10 dias de folga, se reapresentando no CT Wilson Campos no dia 11 de fevereiro para o início do Campeonato Pernambucano.
De acordo com o técnico, a “revitalização” não significará uma alteração completa no atual elenco. “Quando falamos de mudanças, não é algo de 80%. Temos condições de fazer sete contratações em cima da base que deixaremos. Quem está terminando contrato, a direção já tem minha posição e tenho a dela. Mas, até pelo meu conhecimento de mercado, haverá uma participação mais ativa minha", explicou. Para o jogo desta noite, a tendência é que o Náutico mantenha o mesmo time que ficou no 0x0 com o Cruzeiro, na rodada anterior.
CSA
Vale o acesso à Série A. Quinto colocado, com 57 pontos, o CSA pode subir caso vença o Náutico e o Juventude (4º, com 58) empate ou perca para o Guarani. Outro cenário positivo seria empatar com os pernambucanos. Mas aí, além de precisar de uma derrota dos gaúchos, também necessitaria secar o Avaí (6º, com 55), que encara o América/MG - os alagoanos levariam vantagem no saldo de gols.
Ficha técnica
Náutico
Anderson; Hereda, Camutanga, Rafael Ribeiro e Bryan; Rhaldney, Djavan e Jean Carlos; Erick, Vinícius e Kieza. Técnico: Hélio dos Anjos
CSA
Matheus Mendes; Norberto (Rafinha), Cléberson, Rodolfo Filemon e Diego Renan; Geovane, Yago e Nadson; Gabriel, Pedro Júnior e Paulo Sérgio. Técnico: Mozart
Local: Aflitos (Recife/PE)
Horário: 21h30
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ). Assistentes: Rodrigo
Figueiredo Henrique Correa e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (ambos
do RJ)
Transmissão: Premiere FC
FOLHA PE
Por Lenivaldo Aragão
A eleição do Sport tem data definida. Após algumas incertezas, o pleito para o biênio 2021/22 está marcado para o dia 5 de março. Antes prevista para acontecer em 18 de dezembro, a escolha pelo novo presidente do clube foi adiada para depois do fim do Campeonato Brasileiro pelo Conselho Deliberativo. A informação foi confirmada pelo presidente em exercício do Leão, Carlos Frederico.
"Definimos o dia da eleição e o edital será publicado a partir do dia 1º de fevereiro. Então, os prazos para a inscrição das chapas começarão a ser contados. Tivemos que refazer todo o processo que havia iniciado em dezembro", detalhou o presidente. Ainda de acordo o mandatário, a eleição pode sofrer alteração de data, caso a vacinação contra o novo coronavírus aconteça em passos lentos.
"Quero deixar bem claro que esta data está sujeita à alteração por conta da pandemia. Dependemos das autoridades sanitárias, vamos fazer a solicitação. Torcemos para que, até lá, a vacinação esteja avançada, com o objetivo de realizar o pleito com segurança", explicou.
Até o momento, o Sport tem cinco pré-candidatos à presidência do clube. Os advogados Eduardo Carvalho, Leonardo Lacerda e Delmiro Gouveia, o ex-diretor de futebol Nelo Campos e o economista Nelo Campos. Entre estes, Eduardo Carvalho e Nelo Campos chegaram a entrar na Justiça para que o pleito ocorresse em dezembro, enquanto os demais concordaram com a decisão do CD em adiar para depois do término do Brasileiro. De acordo com Carlos Frederico, não havia uma preferência, por parte da situação, de uma data para a realização da eleição.
"Não existe um desejo pessoal meu (de data da eleição). Eu atendo o que o Conselho Deliberativo determina. O Sport é um colegiado, tem um conselho... é como se fosse uma câmara, um congresso. Não tem como o presidente legislar e ordenar certos assuntos, e a eleição é um deles. Só estou executando o decidido", relatou.
A situação ainda não lançou um candidato para concorrer ao pleito. Nos bastidores, o nome de Augusto Caldas, diretor de futebol do clube, aparece como um dos mais cotados. Carlos Frederico deixou claro que tem preferido não se envolver na questão do escolhido e que só quer "conduzir o pleito para que a eleição ocorra com segurança, de todas as formas."
Folha PE
O ano mudou, mas o Sport segue convivendo com problemas jurídicos. Carma do clube durante 2020, desta vez o clube foi condenado, na última segunda-feira (25), pela Justiça do Trabalho a pagar R$ 902 mil a Diego Souza, ídolo rubro-negro e que atualmente defende o Grêmio. O Leão tem até esta quarta-feira (27) para pagar o débito, mas ainda pode entrar com recurso.
Diego Souza pedia pouco mais de R$ 1 milhão, mas alguns dos pedidos feitos pelo jogador não foram aceitos pela juíza Roberta Corrêa de Araújo Monteiro, da 14ª Vara do Trabalho do Recife. Em contato com a Folha de Pernambuco, o presidente em exercício do Sport, Carlos Frederico, falou que encaminhou o caso ao departamento jurídico. "Naturalmente, é mais um caso dos muitos que temos recebido todo mês, toda semana. Já está nas mãos do departamento jurídico, vamos ver o que vai ser resolvido dentro do prazo estabelecido", contou. A reportagem tentou contato com o vice-jurídico do clube, Manoel Veloso, mas não teve sucesso.
A ação corre desde 2019 e é referente a nove parcelas não pagas pela instituição da Praça da Bandeira, após acordo feito com o ex-camisa 87, em 2017. Cada parcela equivale a R$ 66.848,76, totalizando R$ 601.638,84. Além disso, o clube tem que pagar R$ 300.819,42, equivalentes a multa de 50% sobre o valor das parcelas em aberto.
Folha PE
Por Eduardo Rodrigues O Palmeiras está prestes a anunciar as renovações de Marcos Rocha e Marcelo Lomba. O clube tem acordos bem alinhad...