1 de julho de 2012

Espanha atropela a Itália na decisão e mantém hegemonia na Eurocopa


REUTERS/Michael Dalder
Espanhóis festejam o primeiro gol: Fúria transformou superioridade em massacre

A Espanha venceu a Itália por 4 a 0 e sagrou-se campeã da Euro pela segunda vez seguida. David Silva e Jordi Alba marcaram no primeiro tempo e Fernando Torres e Juan Mata, no segundo. O placar é o maior de uma final de européia na história, superando o 3 a 0 da Alemanha OcidentaL sobre a União Soviética em 1972.



Com o título, a Espanha consegue o inédito feito de vencer duas Eurocopas seguidas e também iguala a Alemanha, com três troféus continentais, como o maior vencedor do torneio. A vitória na Ucrânia também prova a boa fase espanhola, campeã do mundo em 2010 pela primeira vez.

Para a Itália, a condição de finalista já pode ser considerada um sucesso. A equipe chegou desacreditada para a Euro depois de decepcionar na Copa do Mundo 2010 sendo eliminada na primeira fase, mas mostrou bom futebol e capacidade para derrotar a favorita Alemanha na semifinal.


O jogo


REUTERS/Eddie Keogh
Autor do primeiro gol, Silva comemora com Fàbregas

A partida começou equilibrada, com as duas equipes tentando trocas de passes próximos à área. A Espanha, aos seis minutos, Jordi Alba chega ao fundo com passe de Iniesta e busca David Silva na trave oposta. Chiellini corta para o escanteio. Na cobrança, Arbeloa consegue o cabeceio, mas a bola sai por cima do gol de Buffon.

Enquanto a Itália tentava apertar a marcação, a Espanha era superior e mantinha o controle das ações. Aos 13, Iniesta mostra toda sua categoria nas construção do primeiro gol do jogo. Na direita, enfia linda bola para Fàbregas, que leva ao fundo, ganha de Chiellini e cruza para a cabeçada de David Silva para as redes.

Com o gol, a equipe de Cesare Prandelli partiu pra cima e conseguiu ter mais posse de bola. Com Chiellini tendo de substituído, Balzaretti entrou na Itália começou a apoiar pela esquerda. Pelo setor, começaram todas as melhores jogadas da Azzurra, que pararam no goleiro Casillas.

Com 28 minutos, a Itália teve a grande oportunidade de empatar a partida. Cassano colocou De Rossi em boa posição. Meia cortou para dentro, e chutou por baixo das pernas de Arbeloa, mas o goleiro espanhol fez grande defesa.

Já próximo ao fim do primeiro tempo, a Espanha se aproveitou de um descuido defensivo de Barzagli e Bonucci. Xavi dominou pelo meio-campo no contra-ataque e deu ótimo passe para Jordi Alba, que apareci nas costas da zaga. O lateral mostrou muita tranquilidade na finalização e tirou do alcance de Buffon antes de sair para comemorar o segundo gol da Furiana partida.


AFP PHOTO / FRANCK FIFE
Alba, Pedro, Mata e Fernando Torres comemoram o quarto gol da Fúria

Correndo atrás do placar, a Itália voltou do intervalo com Di Natale no lugar de Cassano. Logo aos cinco minutos, Montolivo colocou o atacante italiano cara-a-cara com o Casillas. Veterano jogador teve duas oportunidades, mas parou nas mãos do goleiro espanhol. Balotelli, livre no meio da área, ficou pedindo bola.

Precisando do resultado, a Itália partiu para cima, mas a Espanha seguia levando perigo. Buffon fez intervenção fundamental com jogada de Fàbregas.

Aos 11, Thiago Motta entrou no lugar de Montolivo. Menos de cinco minutos depois, sentiu contusão na coxa direita – que já o havia incomodado na competição – e deixou o campo de maca. Como a Itália já havia feito três alterações, foi obrigada a continuar a partida com um jogador a menos.

A Espanha, então, adiantou a marcação e, quando tinha a bola, tocava no campo de ataque gastando tempo. Com dez em campo, a Itália não conseguia atacar e seus jogadores já mostravam expressão de decepção com menos de 30 minutos de partida.

Fernando Torres entrou e foi decisivo para sacramentar o título. Marcou com passe de Xavi deslocando Buffon aos 38 e, aos 43, deixou Jordi Alba com o gol livre para fazer o quarto gol. A Espanha estabeleceu o maior placara da história de uma final de Eurocopa.


AFP PHOTO / PIERRE-PHILIPPE MARCOU
Capitão Iker Casillas levanta a taça da Eurocopa, o terceiro título da Espanha na competição



ESPANHA 4 X 0 ITÁLIA

ESPANHA:
Iker Casillas, Sergio Ramos, Gerard Piqué, Álvaro Arbeloa e Jordi Alba; Sergio Busquets, Xabi Alonso, Xavi Hernandéz e Andrés Iniesta (Juan Mata); David Silva (Pedro Rodriguez) e Cesc Fábrgas (Fernando Torres)
Técnico: Vicente Del Bosque

ITÁLIA: Gianluigi Buffon, Ignazio Abate, Leonardo Bonucci, Andrea Barzagli e Giorgio Chiellini (Federico Balzaretti); Daniele De Rossi, Andrea Pirlo, Claudio Marchisio e Riccardo Montolivo (Thiago Motta); Mario Balotelli e Antonio Cassano (Antonio Di Natale)
Técnico: Cesare Prandelli
Gazeta Press


Local: Estádio Olímpico, em Kiev (Ucrânia)
Data: 1º de julho de 2012 (Domingo)
Árbitro: Pedro Proença (POR)
Assistentes: Bertino Miranda (POR), Ricardo Santos (POR)
Gols: David Silva, aos 13min, Jordi Alba, 40 do 1ºT; Fernando Torres, 38, e Juan Mata, aos 43min do 2ºT
Cartões Amarelos: Gerard Piqué (ESP); Andrea Barzagli (ITA)

Ataque do Náutico para em Diego Cavalieri e Timbu perde para o Fluminense por 2 a 0



Yanna Cavalcanti/Photocamera
Samuel parte para comemorar o primeiro gol da vitória após falha da zaga do Náutico
Não foi apenas uma derrota nos Aflitos. Contra o Fluminense, o Náutico recebeu uma dura lição. Sem poder contar com o atacante Araújo por questões contratuais (ele é atleta da equipe carioca), o Timbu desperdiçou cinco chances claras de gol e pagou muito caro por isso. Apesar de ter feito uma das melhores partidas da temporada, a derrota por 2 a 0 acionou o alerta em Rosa e Silva. O próximo compromisso dos alvirrubros é contra o Atlético-GO.

Dono de um dos melhores elencos do futebol nacional, o Fluminense chegou ao Recife sem algumas de suas principais peças. Sem Fred, Rafael Moura e Rafael Sóbis - lesionados - os cariocas sentiram a pressão de jogar nos Aflitos. Ainda que não pudessem contar com seu artilheiro, os alvirrubros pressionavam a saída de bola adversária, criando boas oportunidades em chutes de fora da área. Além disso, a marcação timbu estava bem encaixada, dificultando a vida de Deco, responsável pela criação das jogadas da equipe tricolor.

Depois de testar Diego Cavalieri com alguns chutes de longe, o Náutico esteve muito perto do primeiro gol num lance de contra-ataque aos 12 minutos. Depois de interceptar um passe na esquerda, Alessandro lançou Souza, que entrou cara a cara com o goleiro rival. Mas o camisa 10 bateu mal na bola, facilitando a defesa. O Náutico era senhor do jogo. Mas como no futebol, a justiça nem sempre se faz presente, foi o Fluminense quem saiu na frente.


Yanna Cavalcanti/Photocamera
Náutico perdeu a segunda seguida


O lance do gol teve início numa falta perto do círculo central, aos 30 minutos. Ciente das dificuldades que tinha para criar boas chances com a bola rolando, Deco tratou de aproveitar a cobrança, apesar da distância. Depois de orientar os companheiros, o meia deu uma excelente assistência para Samuel, substituto de Fred, que desviou de cabeça no primeiro pau, vencendo Felipe. Apesar do abatimento que recaiu sobre o time, o Náutico esteve muito próximo do empate. Em duas oportunidades claríssimas, Souza esbarrou em defesas arrojadas de Cavalieri.

O Náutico voltou do intervalo disposto a recuperar-se o quanto antes. No primeiro lance, Martinez teve espaço e bateu firme, encontrando um Cavalieri bem posicionado. Em seguida, o zagueiro Anderson tinha a bola dominada, mas cochilou e perdeu a posse para Kim dentro da grande área. O atacante alvirrubro teve tempo para dominar, mas chutou em cima de Cavalieri. Kim perderia outra grande oportunidade aos seis minutos. Em bola trabalhada pela ofensiva alvirrubra, Lúcio cruzou no segundo pau, na cabeça de Kim, que mandou a bola pela linha de fundo.

Num ritmo mais lento do observado naquela blitz inicial, os alvirrubros seguiram tomando as iniciativas ofensivas, dominando as ações entre as intermediárias. Mas o gol teimava em não sair. Quando o Fluminense começava dar indícios de que administraria a vantagem mínima, o futebol deu mais uma lição aos alvirrubros: na Série A, os gols perdidos custam muito caro. Numa bela enfiada de Deco, Jean bateu cruzado, obrigando Felipe a praticar uma grande defesa. No rebote, Samuel deixou sua marca novamente, empurrando para o fundo do gol e definindo o confronto.

Náutico 0Felipe; Alessandro, Márcio Rosário, Ronaldo Alves e Lúcio; Derley, Elicarlos, Martinez e Souza (Cléverson); Rhayner e Kim (Romero). Técnico: Alexandre Gallo.

Fluminense 2Diego Cavalieri; Bruno (Wallace), Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco (Thiago Neves) e Wagner (Valencia); Wellington Nem e Samuel. Técnico: Abel Braga.

Local: Aflitos.
Árbitro: Evandro Rogério Ramon (Fifa-PR).
Assistentes: Alessandro Rocha Matos (Fifa-BA) e Pedro Santos de Araújo (AL).
Gols: Samuel (duas vezes) (F).
Cartões amarelos: Martinez, Lúcio (N), Deco e Jean (F)
Público: 14.401

Celso Ishigami - Diario de Pernambuco

29 de junho de 2012

Sport contrata meia Felipe Menezes



AFP
Meio-campista tem 24 anos e chega ao Leão da Ilha por empréstimo de um ano
Enfim, um meia na Ilha do Retiro. Depois de meses de espera, o Sport conseguiu trazer um novo camisa 10 para compor o elenco. Na realidade, um antigo desejo. A contração de Felipe Menezes, ex-Botafogo, foi descartada pelo clube no começo do Campeonato Brasileiro. Agora, porém, o acerto foi confirmado oficialmente pelo site do clube. O atleta chega ao Recife nesta sexta-feira com contrato de empréstimo de um ano.

Felipe Menezes tem 24 anos e foi revelado pelo Goiás em 2007. Após dois anos no Esmeraldino e curta passagem por empréstimo ao Paulista de Jundaí, o meia de bom passe acertou com o Benfica. No ano passado, ele acabou cedido por empréstimo ao Botafogo. Porém, após um bom começo no clube carioca, ele acabou liberado por Oswaldo de Oliveira.
Em campo, Felipe Menezes faz o estilo mais clássico de um meia. Não é veloz, mas sabe cadenciar o jogo. Além disso, desfere bons chutes de longa distância com a perna direita. Agora, a diretoria do Sport ainda espera acertar com um lateral esquerdo, dois volantes, um meia e um atacante. 

Mancini praticamente define a equipe do Sport que enfrenta o Coritiba


Celso Ishigami/DP
Time treinou de novo sem improvisos


No treino da manhã desta sexta-feira, realizado no estádio da Ilha do Retito, o treinador Vágner Mancini repetiu a escalação dos trabalhos realizados ontem, no CT de Paratibe. O comandante rubro-negro tinha acabado com as "improvisações". A primeira alteração foi em relação a Rivaldo. O jogador havia atuado como lateral-esquerdo na rodada passado, mas acabou retornando à cabeça de área. Ele ocupou a vaga de Rithelly, que não treinou na quinta, porém participou normalmente da movimentação desta manhã.

Quem também voltou ao time foi Moacir. Recuperado de uma contusão na coxa, provavelmente vai entrar na lateral direita, no posto que pertenceu a Marquinhos Paraná no último domingo. Assim, Paraná sai da improvisação e pode regressar ao meio-campo no posto de Willians, que deve ir para o banco de reservas. Mancini deve sair do esquema 4-2-3-1 para o tradicional 4-4-2.

Com a repetição do time do treino de quinta, a equipe provavelmente será formada da seguinte maneira contra o Coritiba, domingo, no Paraná: Magrão; Moacir, Bruno Aguiar, Edcarlos e Reinaldo; Tobi, Rivaldo, Marquinhos Paraná e Marquinhos Gabriel; Felipe Azevedo e Henrique. Após o treinamento desta manhã, os jogadores do Sport almoçam e saem do clube às 12h30 em diração ao Aeroporto dos Guararapes, onde embarcarão para Curitiba.

Sport já teria acertado bases salariais com experiente Magno Alves

AFP
Magno Alves comemora gol pelo Umm-Salal
 
Informações dão conta que o atacante Magno Alves já teria acertado as bases salariais com a diretoria do Sport. O clube ainda não confirma a contratação, mas a vinda do jogador para a Ilha do Retiro já é dada como certa nos bastidores. A negociação foi, inclusive, ratificada pelo técnico Vágner Mancini. Bastante experiente, o atleta tem 36 anos de idade e estava defendendo o Umm-Salal, do Catar.

Baiano de Aporá, Magno Alves despontou para o futebol no Fluminense em 1998, antes de passar por Ratrans-BA, Valinhos-SP, Independente-RS e Araçatuba-SP. Nas Laranjeiras, se destacou na Copa João Havelange, em 2000. Naquele ano, chegou a fazer cinco gols em um só jogo. Justamente contra o Santa Cruz, na vitória por 6 a 1 do Flu sobre os corais, no Macaranã. Dois anos depois se transeferiu para o futebol asiático. Foi para a Arábia e voltou ao Brasil em 2010, para o Ceará. Se destacou e virou ídolo do Vovô. Acertou sua ida parao Atlético Mineiro. No entanto, não teve regularidade, terminou dispensado e foi parar novamente no futebol árabe.

Além dele, há quem diga que está na lista de atacantes do Sport Gilsinho (Corinthians), William (Atlético Goianiense) e Fernando Baiano (Al-Wahda, dos Emirados Árabes). A direção rubro-negra ainda corre atrás de um volante, um meio-campista e um lateral-esquerdo.

Alvirrubros comemoram ausência de Fred, mas não esquecem resto do elenco do Flu

O técnico Abel Braga confirmou que o atacante Fred está fora da partida com o Náutico, neste sábado, nos Aflitos. Prejuízo para os cariocas, alívio para os pernambucanos. Os jogadores alvirrubros comemoraram o fato de o goleador do Tricolor estar fora da partida, mas ressaltaram a força do elenco do adversário, que tem outros atletas capazes de desequilibrar um jogo.

Fred está voltando de lesão e, com um desequilíbrio muscular, será guardado por Abel Braga para voltar mais à frente. Para o volante Martinez, o Fluminense perde e o Náutico ganha com ausência do centroavante. "Perde porque é um jogador de muita qualidade, é um matador, o homem gol deles. É um dos grandes atacante do Brasil e com certeza vai fazer falta para eles", analisou o alvirrubro.

Por outro lado, o volante lembrou da qualidade do elenco do Fluminense. Citou o meio-campo como exemplo, que tem estrelas como Deco e Thiago Neves. "Eles não têm o Fred, mas têm outros jogadores de qualidade, como o Wagner, o Deco, o Thiago Neves. Até os próprios volantes do time deles têm qualidade para fazer a função deles, que é marcar, e também chegar ao ataque", afirmou Martinez.

CALDEIRÃO

Para Martinez, a grande arma do Náutico diante do Fluminense será o fator casa. um dos novatos no elenco alvirrubro, ele se mostrou impressionado com o apoio da torcida, desde a chegada do ônibus na sede até o apito final do juiz. "São fatores que fazem a diferença. A gente percebe o entusiamos da torcida quando chega de ônibus. É bacana de se ver. No estádio está sendo um caldeirão para os adversários. A gente que tem amizade com outros jogadores de fora, fica sabendo, porque eles comentam que jogar aqui é complicado", afirmou o volante.

Os quatro volantes juntos outra vez


Julio Jacobina/DP/D.A Press
Souza quer "voltar" a ser volante


Há duas rodadas, após certa resistência, o técnico Alexandre Gallo apostou no meio-campo do Náutico com Derley, Elicarlos, Martinez e Souza. Quatro volantes de origem mas, como vem frisando o treinador, com característica de mobilidade. Foi a alternativa encontrada por ele para suprir a falta de um camisa 10 nato, já que Ramón foi dispensado e Cléverson não convenceu quando foi acionado. A formação ainda busca uma afirmação. Teve um resultado bom, diante do Grêmio, e outro ruim, contra o Atlético/MG.

Para o jogo com o Fluminense, amanhã, nos Aflitos, o meio-campo está confirmado com os quatro volantes. Será a terceira vez seguida que eles atuarão juntos. A intenção de Gallo é clara: melhorar, a cada rodada, o entrosamento dos jogadores. Ele revelou que já vê uma evolução do setor e elogiou um atleta em especial: Souza. “Contra o Atlético/MG, foi a melhor partida dele. O Souza está se desgastando mais que os outros, porque está fugindo da característica dele para ser um meia de articulação”, afirmou o treinador.

Souza se colocou à disposição de Gallo para atuar no setor enquanto ele precisar. Mas foi surpreendentemente sincero ao deixar claro que não tem a intenção de se tornar um meia e já até falou com o treinador que prefere jogar como volante. “Estou me sentindo bem nessa posição e vou jogar nela enquanto o professor precisar. Mas tive uma conversa com ele (Gallo) e disse que, quando chegar um meia, vou brigar na minha posição. Prefiro até ficar no banco, mas como volante”, disse o jogador, que ainda lembrou. “O Náutico precisa contratar um meia de ofício. Todo mundo sabe disso”.

Atuar com um meio-campo com quatro volantes dá uma característica diferente ao time do Náutico, na visão de Martinez. Assim como Souza, ele não nega que um meia de origem faça falta, mas elogiou as atuações do companheiro, ressaltando que a equipe aumenta seu poder de marcação. “O Souza é um volante que está desempenhando essa função e tem ajudado. Gosto de jogar ao lado dele, pois é um jogador que segura a bola, tem qualidade. Com esse meio-campo, a gente cresce na marcação”, analisou.

Palmeiras se aproxima de renovações com Marcos Rocha e Marcelo Lomba; veja detalhes

  Por Eduardo Rodrigues O  Palmeiras  está prestes a anunciar as renovações de Marcos Rocha e Marcelo Lomba. O clube tem acordos bem alinhad...